Joel Verbo ad verbum

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Posts de Fevereiro, 2006

Márgara Manhã.

Publicado por joelrogerio em Fevereiro 24, 2006


Márgara acorda numa manhã,
Liberta-se do edredon,
Ajeita o soutien que lhe deixa marcas.
Exala cheiro de mulher.
Lava o rosto, tirando a oleosidade.
Faz a higiene bucal.

O hálito de Márgara são os eflúvios da primavera,
Apesar de outra estação.

Toma café,
Prefere as frutas que fazem bem à sua tez,
Pensando que poderá encantar mais.
Márgara agora é a manhã.
Será todas as manhãs,
Enquanto houver esta eternidade.

Márgara acorda numa manhã,
Liberta-se do edredon,
Ajeita o soutien que deixa marcas no seios.
Márgara me faz sonhos.

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Hello world!

Publicado por joelrogerio em Fevereiro 20, 2006

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O canguru não é chato.

Publicado por joelrogerio em Fevereiro 17, 2006

Não sei por que mãos o bicho chegou lá em casa. Disseram que um moleque o deixou bem ali, perto da entrada, onde ninguém o negligenciaria. Do que duvido. Ninguém tira da minha cabeça que isso fora coisa da Gabriela, filha do Dino.

Um vira-latas, ainda muito tenro, que adorava afagos. Com o cuidado que carecia e cara de indigente, tomei partido dos que achavam por bem que a família deveria criar o cãozinho. E foi. Meu pai deu-lhe o nome Brizola. Eu preferia Fred. Crescia que quase se via. Afeiçoei-me ao bicho e ele a mim. Incrível, ele conhecia até o barulho do meu carro. Quando engatava a segunda marcha e virava a esquina para minha casa, meu olhar encontrava o Brizola, todo sentinela, a abanar cauda. Ele lá cheio de orgulho de seu dono. Me amava.

Ninguém é perfeito pra ninguém. Eu era perfeito para o Brizola. Dele só não gostava da efusividade com que me recebia quando eu chegava altas horas em casa. Eu sabia que minha vizinha do lado da rua, vivia a vigiar a que horas eu chegava. Não sei bem a que propósitos, mas sabia que me espreitava. E o Brizola, escandaloso, com sus latidos de declaração, acabava avisando a vizinha. Então, quando sabia que voltaria tarde da noite, embrulhava umas salsichas e guardava no porta-luvas do carro. Salsicha era a única coisa que o fazia desistir momentaneamente de mim. E foi assim muitas vezes, até um dia que o notei jururu. No outro dia mais jururu ainda. Pensei que fosse falta de fêmea, mas não. O Brizola fora acometido por cinomose e a cada dia ficava mais debilitado. Mesmo não podendo movimentar a anca, se arrastava para chegar até mim, pra ganhar um afago. Me cortava o coração ver aquilo. Era questão de dias, o Maradora do Fonsin, já tinha ido com menos tempo. O pessoal do controle de zoonoses resolveu poupar-nos do padecimento e levaram o Brizola para o sacrifício.

Resolvi que dali em diante nunca mais teria um animal de estimação. E de fato não os tive. O único bicho que me divertiu depois, foi um canguru que encontrei na sessão de piadas da revista Playboy. Era hilária demais, apesar de achar que só eu me divertia com aquela piada.

Certa feita, na despedida do professor Jorge Campos, que retornaria ao Rio, todos alegres, depois de umas “geladas”, resolveram contar anedotas. Uma atrás da outra e forte gargalhadas. Pensei “vou arrebentar com a minha piada. E mandei meu canguru. Coitado de mim: tímidos risos pra não perder o amigo.

Resolvi deixar o canguru de lado.

Dia desses, estando com meu amigo Ruan Carlos, notei-o um tanto “deprê” – Aê, solta um sorriso aí, otário – falei pra ele. E nada. Nem um “três oitão” fazia o menino rir. Então como numa mágica que não se pode explicar, soltei o canguru. “Ruan, certa vez no oeste bravio, um canguru adentrou um saloon a saltitar, debruçou-se no balcão e pediu uma dose de martíni seco. O barman, mesmo abismado, atendeu sem hesitação o pedido do inusitado cliente. Depois de tragar calmamente uma segunda dose, o canguru pede a conta ao garçon, que lhe cobra dez reais. O marsupial paga. O garçon não se contendo diz: “desculpe-me, mas devo lhe dizer que é a primeira vez que atendo um canguru”. O canguru mira-lhe com os olhos e responde: “com o preço que vocês estão cobrando será a primeira e última”.

Foi o bastante para lhe botar alegria. Até hoje ele ri do canguru.

Não sei, mas acho que a piada caiu-lhe bem porque ele gosta de bichos. Outro dia ficou um tempão na Gaiola de ouro, aquela loja de animais da Cassiano castelo, a olhar os cachorrinhos na gaiola.

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Apocalipse com efeito estufa é o bicho.

Publicado por joelrogerio em Fevereiro 15, 2006

Na medida. Altas e alvas nuvens espalhadas, alternavam o branco com o fundo azul do céu. Quando acordei, fiz como os gatos e instintivamente me estiquei todo e me despertei para o domingo. Domingo não pede cachimbo, que fumar faz mal à saúde. Domingo dia do Senhor, dia de se contar as vitórias, dia de olhar o horizonte para não perder os sonhos.

O dia que nascera todo luz, parecia-me um chamado para comunhão, para o bem estar entre as pessoas. Que os espíritos de porcos estejam nas trevas das noites passadas – desejei.

Em falar de comunhão, lembrei-me do mestre. Era para ter passado em Marismênia no sábado a noite. Combinei que iríamos “tocar uns papos”, afinal nossas conversas ultimamente se restringiam e a curtas frases ao telefone. “Masquei”. Tomo o telefone e ligo explicando-lhe os motivos.“Cansado, tempo sem correr atrás de bola dá nisso, à noite nem dá pra sair”.

O Mestre e seus anos de experiência. E não como um sábio qualquer, compreende-me logo. “O corpo às vezes não acompanha o espírito”. Diz ele com brandura. Não por falta de assunto, lembrei-lhe do calor tremendo que a natureza nos impingira no decorrer da semana. “Mas é isso Gordão. Calor muito calor e vai piorar. É por isso que temos que organizar nossa ida para o carnaval no Litoral. Se quiser podemos ir a Conceição da Barra. Lá tem o melhor carnaval do estado. Vamos lá aproveitar, pois vai acabar tudo. Não viu o que o mar já fez?”

Realmente a agradável Conceição da Barra fora açoitada pelo mar nos últimos anos. O mar lhe arrancara a principal avenida, a Atlântica, quebrando um pouco do encanto do lugar. Emendando a conversa, o Mestre, em tom profético derramou mais verbo. “Vai preparando o couro Gordão, o degelo do Ártico e da Antártida está vindo a cavalo. Já começa a alteração do curso das correntes marinhas. A Europa, mais que a gente, está sentindo. Se prepara. Vamos ter que nos mudar para uma região mais central do Brasil.” Já atemorizado, interpelei-o: Mestre, quer dizer que o mar vai invadir o Espírito Santo? E se isso acontecer, aonde os mineiros vão passar as férias do verão? Gordão – Falou o mestre – Não quero dizer, digo! E digo a pura realidade. Não vai sobrar nada! Não só do nosso Estado, mas de toda grande faixa litorânea com pouca altitude. O mar vai pra Minas e vamos ter que nos amontoar com a mineirada. Muitos morrerão – Gordão, muitos esclarecidos já sabem do que vai acontecer, só o povão é que está na ignorância. Novamente o interpelo: Mestre, e quando serão essas coisas? Em pouco tempo – responde. O que podemos fazer Mestre? “Só aproveitar enquanto se pode. O que pode abreviar tudo é um cometa que está para colidir com a terra em 2006 ou 2016, não está certo ainda”. Ufa, ainda bem, pensei, se for em 2016, tenho uma eternidade de dez!

Já reparou Gordão? Continou o Mestre, os bancos que são todos de Judeus – esses espertalhões que dominam o mundo – não fazem mais empréstimos com prazo maior que sete anos.

Perguntei se ele tinha estudado o apocalipse de São João. Enfático me disse que João, quando escreveu aquele livro, delirava. Era prisioneiro na ilha de Patmos e debilitado fisicamente, escreveu alucinações. Coisa de fanático. Pasmado, fiquei pasmado. Mestre, você está cheirando droga? Se não está na droga está possuído. João foi um homem Santo – Gorrrdão(apertando os erres), só me deixo possuir por garotas e você é esclarecido, não vai dar uma de xiíta do Islã, como no caso das charges do Maomé. Eles estão loucos, sabem que não há virgens nem mais no paraíso!
Mudei o assunto. Falei ao mestre que aguardava, com certa expectativa, a decisão da Guanabara, à tarde, entre o glorioso Botafogo e o renascido América. Antes que concluísse que tinha simpatia pelos dois clubes, o Mestre foi cortando o barato com sua teoria conspiratória, dizendo eu era um engolidor de Zagalo e que esse negócio de jogo de futebol era tudo armado. Sabia por um vizinho que tinha um filho que trabalha no Rio, como repórter esportivo. “Ele é repórter e está por dentro de toda maracutaia”.

Deixei a razão com o mestre. Não me importava se o jogo era armado ou não. Mas se o mundo fosse acabar mesmo? Logo agora que ganhava sorrisos colgate das bonitonas, no Cooper da beira-rio? Agora que o atendimento do Gatão tivera uma ligeira melhora, incrementando mais a super-quinta? Agora que me tornara amigo do Calouro Sissi? Não, não era justo que o mundo acabasse.

Tornei meu olhar para o céu do domingo. Tornara-se acinzentado. O Mestre o borrara.

Na próxima vez que ligar pro Mestre, vou avisando sem tréguas: “Estou falando do além. Bati as botas. Só por isso não passei aí em Marismênia. Fica tranqüilo que logo você estará comigo. Não me pergunte como é aqui. A propósito, São João não é deste compartimento”. É bom se precaver!

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A Lenda do Levi

Publicado por joelrogerio em Fevereiro 15, 2006

Conta a lenda que um cara chamado Levi, conhecido por suas estripulias e traquinagens, além de espaçoso e indiscreto, foi fazer um retiro num lugar que só encontramos nas nossas recôndidas lembranças. Uns chamam esse lugar de Gurichaça, outros Guripinga, e há até aqueles que chamam de “O grande galinheiro”.

Mas vamos aos fatos pois tenho mais o que fazer: O famigerado Levi com suas crendices tribais, julgava estar vivendo seus últimos dias sobre a terra (quem nos dera, fosse verdade!), pois uma história antiga da tribo dos “caixas d’águas” narra que no carnaval do ano 2000 haveria uma grande hecatombe na terra, causando a extinção total das pessoas espaçosas e que têm a língua solta. Por isso mesmo queria introjetar numa única noite, todo êxtase que um vivente pudesse sorver. Esquecendo-se de todos os conselhos da sábia moça loura (existe?) que o acompanhava, atinou-se a ingerir várias doses de martinis, conhaques, latinhas de cervejas ( nem se preocupava em limpar a borda das latas. Mesmo advertido da sua falta de higiene, ele exclamava: “eu quero mais é pegar leptospirose! “).

O pobre diabo, determinado na sua insana e licenciosa busca de prazer, afastando-se das normas do bem viver, adentrou numa casa que julgava ser habitada por belas e fagueiras garotas originárias do Honório Fraga, netas e sobrinhas-netas de uma sua ex namorada. Para a surpresa de nosso amigo “esponja de álcool” a casa estava sendo habitada por “porcão e os pitbulls indomáveis” que não alisaram. Fizeram o safado sair no galope trajando a indefectível cuequinha cor “encardida”. Na fuga do ódio insano dos pitbulls, achou que fosse um boi guzerá e quis arrancar um portão com os chifres. Conseguiu um grande talho longitudinal na testa, tombando nas folhagens da castanheira. Socorro, Lindinha! – dizia ele atônito – chame o Godão! Agora ele está saradão e poderá me ajudar.

Enquanto isso, o Godão, sarado, oitenta e cinco quilos para um metro e oitenta e cinco centímestros, comia tenros morangos sem agrotóxicos, cultivados no mais absoluto equilíbrio entre a natureza e o homem, serenamente dizia: “calma Levis, a profecia começou a se cumprir. Senta aí e morre!

Ninguém soube explicar porque depois deste burlesco episódio o ex Godão ficou tão amigo do Porcão e dos pitbull’s Vascaínos!

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Hinos dos países

Publicado por joelrogerio em Fevereiro 6, 2006

Lista de hinos nacionais e regionais

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Lista de hinos nacionais)

Um hino nacional é uma canção patriótica reconhecida pelo governo de um país como a canção oficial daquela nação. Durante os séculos XIX e XX, com o crescimento do nacionalismo, a maioria dos países ado(p)taram um hino nacional, que em alguns casos coexiste com outras canções patrióticas.

Índice: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z


Lista de hinos nacionais e regionais

Nota: Na lista que se segue, as nações que deixaram de existir, ou que não são já estados independentes mas que mantém um hino oficial, estão em itálico. As colônias apenas são incluídas na lista se tiverem um hino separado em adição ao da nação mãe.

Bandeira
País ou Região
Hino nacional

Acádia
Ave Maris Stella

Açores
Hino dos Açores

Afeganistão
Sououd-e-Melli

África do Sul
Nkosi Sikelel’iAfrika/Die Stem

Ilhas Åland
Ålänningens sång

Albânia
Hymni i Flamurit

Alemanha
Das Lied der Deutschen

Alemanha Oriental
Auferstanden aus Ruinen

Andorra
El Gran Carlemany

Angola
Angola Avante

Antígua e Barbuda
Fair Antigua, We Salute Thee

Antilhas Holandesas
Beautiful Islands

Arábia Saudita
Aash Al Maleek

Argentina
Oid, Mortales

Argélia
Kassaman

Arménia
Mer Hayrenik

Aruba
Aruba Dushi Tera

Austrália
Advance Australia Fair

Áustria
Land der Berge, Land am Strome

Azerbaijão
Azərbaycan marşı

Bahamas
March On, Bahamaland

Bahrein
Bahrainona

Ilhas Baleares
La Balanguera

Bangladesh
Amar Shonar Bangla

Barbados
In Plenty and In Time of Need

País Basco
Eusko Abendaren Ereserikia

Baviera
Gott mit Dir Du Land der Bayern

Bélgica
La Brabançonne

Belize
Land of the Free

Benim
L’Aube Nouvelle

Bermudas
God Save the Queen

Biafra
Land of the Rising Sun

Bielorrússia
Hino nacional da Bielorrússia

Bolívia
Bolivianos, El Hado Propicio

Bósnia-Herzegovina
Intermeco

Botswana
Fatshe leno la rona

Brasil
Hino Nacional Brasileiro

Bretanha
Bro goz ma zadoù

Brunei
Ya Allah lanjutkan la usia Duli tuanku

Bulgária
Mila Rodino

Burkina Faso
Ditanyè

Burundi
Burundi bwacu

Butão
Druk tsendhen

Cabo Verde
Cântico da Liberdade

Camarões
Chant de Ralliement

Cambodja
Nokoreach

Canadá
Ô Canada

Catalunha
Els Segadors

Catar
As Salam al Amiri

Ilhas Caimão
Beloved Isles Cayman

Cazaquistão
Hino nacional do Cazaquistão

República Centro-Africana
La Renaissance

Chade
La Tchadienne

República Checa
Kde domov muj

Chile
Dulce Patria, recibe los votos (Doce pátria recebe os votos)

República Popular da China
Yiyonggjun Jinxingqu

Chipre
Ode à Liberdade

Chipre do Norte
Istiklâl Marsi

Colômbia
Oh Gloria inmarcesible

Comores
Udzima wa ya Masiwa

República do Congo
La Congolaise

República Democrática do Congo
Debout Congolais

Ilhas Cook
Te Atua Mou E (Deus é Verdade)

Coreia do Norte
Patriotic Song

Coreia do Sul
Aegukga

Cornualha
Bro Goth Agan Tasow

Córsega
Dio vi Salve Regina

Costa do Marfim
L’Abidjanaise

Costa Rica
Noble patria, tu hermosa bandera

Croácia
Lijepa nasa domovino

Cuba
La Bayamesa

Dinamarca
Der er et yndigt land

Djibuti
Hino nacional do Djibuti

Dominica
Isle of Beauty, Isle of Splendour

República Dominicana
Quisqueyanos valientes

Egipto
Bilady, Bilady, Bilady

El Salvador
Saludemos la Patria orgullosos

Emiratos Árabes Unidos
Tahiat Alalam

Equador
Salve, Oh Patria

Eritreia
Ertra, Ertra, Ertra

Eslováquia
Nad Tatrou sa blýska

Eslovênia
Zdravljica

Escócia
Flower Of Scotland

Espanha
Marcha Real

Estônia
Mu isamaa, mu õnn ja rõõm

Estados Unidos da América
The Star-Spangled Banner

Etiópia
Whedefit Gesgeshi Woude Henate Ethiopia

União Europeia
Ode à Alegria

Ilhas Faroe
Tú alfagra land mítt

Ilhas Fiji
God Bless Fidji

Filipinas
Lupang Hinirang

Finlândia
Maamme

Flandres
Vlaamse Leeuw

França
La Marseillaise

Frísia
De âlde Friezen

Gabão
La Concorde

País de Gales
Hen Wlad Fy Nhadau

Galiza
Queixumes Dos Pinos

Gâmbia
For The Gambia Our Homeland

Gana
God Bless Our Homeland Ghana

Geórgia
Dideba zetsit kurtheuls

Gibraltar
God Save the Queen

Granada
Hail Grenada

Grécia
Imnos pros tin Eleftherian

Gronelândia
Nangmineq erinllik e Nuna asiilasooq

Guadalupe
La Marseillaise

Guam
Stand Ye Guamanians

Guatemala
Guatemala Feliz

Guernsey
Sarnia Cherie

Guiné
Liberté

Guiné-Bissau
Esta é a Nossa Pátria Bem Amada

Guiné Equatorial
Caminemos Pisando la Senda de Nuestra Inmensa Felicidad

Guiana
Dear Land of Guyana, of Rivers and Palms

Guiana Francesa
La Marseillaise

Haiti
La Dessalinienne

Havaí
Hawai’i Pono’i

Honduras
Tu bandera es un lampo de cielo

Hungria
Isten áldd meg a magyart

Iémen
República Unida

Índia
Jana-Gana-Mana

Indonésia
Indonesia Raya

Irã
Sorood-e Jomhoori-e Eslami

Iraque
Ardulfurataini Watan

Irlanda
Amhrán na bhFiann

Irlanda do Norte
A Londonderry Air

Islândia
Lofsöngur

Israel
Hatikvah

Itália
Fratelli d’Italia

Iugoslávia
Hej Sloveni

Jamaica
Jamaica, Land We Love

Japão
Kimi Ga Yo

Jersey
Ma Normandie

Jordânia
As-salam al-malaki al-urdoni

Kuwait
Al-Nasheed Al-Watani

Laos
Pheng Xat Lao

Lesoto
Lesotho Fatse La Bontata Rona

Letónia
Dievs, Sveti Latviju

Líbano
Koullouna Lilouataan Lil Oula Lil Alam

Libéria
All Hail, Liberia Hail

Líbia
Allahu Akbar

Liechtenstein
Oben am jungen Rhein

Lituânia
Tautiska Giesme

Luxemburgo
Ons Heemecht

Macedónia
Hino nacional da Macedónia

Madagáscar
Ry Tanindrazanay malala ô

Madeira
Hino da Região Autónoma da Madeira

Malásia
Negara Ku

Malawi
Mlungu salitsani malawi

Maldivas
Gavmii mi ekuverikan matii tibegen kuriime salaam

Mali
Pour l’Afrique et pour toi, Mali

Malta
L-Innu Malti

Ilha de Man
Arrane Ashoonagh Dy Vannin

Marrocos
Hino nacional de Marrocos

Ilhas Marshall
Forever Marshall Islands

Martinica
La Marseillaise

Maurícia
Motherland

Mauritânia
Hino nacional da Mauritânia

México
Himno Nacional Mexicano

Micronésia
Patriots of Micronesia

Moçambique
Viva, Viva a FRELIMO

Moldávia
Limba Noastra

Mônaco
Hymne Monégasque

Mongólia
Hino mongol

Montenegro
Ohamo, Hamo
Nagorno Carabaque
Hino de Nagorno Carabaque

Namíbia
Namibia, Land of the Brave

Nauru
Nauru Bwiema

Nepal
Ras Triya Gaan

Nicarágua
Salve a ti, Nicaragua

Níger
La Nigérienne

Nigéria
Arise Oh Compatriots, Nigeria’s Call Obey

Noruega
Ja, vi elsker dette landet (Oui, nous aimons ce pays)

Nova Zelândia
God Defend New Zealand
Ossétia do Sul
Hino de Ossétia do Sul

Omã
Hino do Sultão

Países Baixos
Wilhelmus van Nassouwe

Palestina
Biladi

Panamá
Himno Istemño

Papua-Nova Guiné
O Arise, All You Sons

Paquistão
Pak sarzamin shad bad

Pará
Hino do Pará

Paraguai
Paraguayos, Républica o muerte

Peru
Somos libres, seámoslo siempre

Polinésia Francesa
La Marseillaise

Polónia
Mazurek Dàbrowskiego

Porto Rico
La Borinqueña

Portugal
A Portuguesa

Quebeque
Gens du pays

Quénia
Ee Mungu Nguvu Yetu

Quirguistão
Quirguistão

Quiribati
Teirake kaini Kiribati

Reunião
La Marseillaise

Reino Unido
God Save the Queen

Rio Grande do Sul
Hino Rio-Grandense

Romênia
Desteapta-te, romane!

Ruanda
Rwanda rwacu

Rússia
Hino da Federação Russa

Ilhas Salomão
God Save Our Solomon Islands

Ilha de Santa Helena
God Save the Queen

Santa Lúcia
Sons and Daughters of St. Lucia

Samoa
The Banner of Freedom

São Cristóvão e Nevis
Oh Land of Beauty

São Marinho
Inno nazionale

São Tomé e Príncipe
Independência Total

São Vicente e Granadinas
St Vincent Land So Beautiful

Saara Ocidental
Hino nacional do Sara Ocidental

Seicheles
Koste Seselwa

Senegal
Pincez tous vos koras, frappez les balafons

Serra Leoa
High We Exalt Thee, Realm of the Free

Sérvia
Boze Pravde

Singapura
Majulah Singapura

Síria
Homat el Diyar

Somália
Hino nacional da Somália

Somalilândia
Samo ku waar Samo ku waar Saamo ku waar

Sri Lanka
Sri Lanka Matha

Sudão
Nahnu Djundulla Djundulwatan

Suazilândia
Nkulunkulu Mnikati wetibusiso temaSwati

Suécia
Du gamla, Du fria

Suíça
Swiss Psalm

Suriname
God zij met ons Suriname

Taiwan
San Min Chu I

Tajiquistão
Suudi mellii

Tailândia
Phleng Chat

Tanzânia
Mungu ibariki Afrika

Timor Leste
Pátria

Togo
Salut à toi, pays de nos aïeux

Tonga
Koe Fasi Oe Tui Oe Otu Tonga
Transnístra
Hino da Transnístra

Trindade e Tobago
Forged From The Love of Liberty

Tunísia
Houmet el-Hima

Ilhas Turcas e Caicos
God Save the Queen

Turquemenistão
Hino do Estado Turcomano Independente e Neutral

Turquia
Istiklâl Marsi

Tuva
Tooruktug Dolgaï Tangdym

Tuvalu
Tuvalu mo te Atua

Ucrânia
Chtche ne vmerla Ukraïna

Uganda
Oh Uganda, Land of Beauty

URSS
Gimn Sovetskovo Soyuza

Uruguai
Orientales, la Patria o la tumba

Uzbequistão
Hino nacional da República do Uzbequistão

Valónia
Li Tchant des Walons

Vanuatu
Yumi, Yumi, Yumi

Cidade do Vaticano
Inno e Marcia Pontificale

Venezuela
Gloria al bravo pueblo

Vietname
Tien quan ca

Zâmbia
Stand and Sing of Zambia, Proud and Free

Zimbábue
Kalibusiswe Ilizwe leZimbabwe

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Às vezes estou so.

Publicado por joelrogerio em Fevereiro 3, 2006



Às vezes eu estou só,
E mergulho em pensamentos,
Profundamente.
Então me emociono, deliro
E não me explico.

Às vezes estou só,
E compilo o tempo,
E busco abraços,
E choro, e grito,
E me arrependo.

Às vezes só,
Me acabo homem e me alcanço menino.

Às vezes perfeitamente só,
E tão somente vivo.
***

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